O Manifesto de um Patriota.
- Nascemos neste imenso país, colonizado por Europeus, povoado por milhões de indígenas que aos poucos foram dizimados. Eram povos pacíficos em sua maioria. Dominação e Miscigenação. Continuamos Pacíficos.
- Ordenações Filipinas moldavam o arcabouço das leis de determinada época… a Colônia precisava de Ordem. Criminosos de Portugal eram degredados para a África, os reincidentes no continente Africano eram degredados para o Brasil, os que permanecessem em determinados crimes quando no Brasil… Pena Capital.
- Adicionalmente, Holandeses, Alemães, Italianos, Poloneses, Japoneses, Ucranianos, Russos e uma infinidade de outros povos foram formando os alicerces desta maravilha que é o Brasil de hoje.
- Senhores de Engenho, Coronéis, Generais, Fundos Monetários, Movimentos Populares, Interesses do Grande Irmão do Norte, não necessariamente nesta ordem, contribuíram para a construção deste “Estado Democrático de Direito”.
- 1988, Constituição Cidadã, muitas garantias, muita escrita … e … infelizmente… pouco prática… ou melhor…pouca prática. Dezenas de emendas, um congresso que não legisla, não fiscaliza, um executivo que se aproxima de uma ditadura, compra votos dos Fracos do Parlamento, compra a Imprensa, financia a recuperação do ”Expoente Comunicativo da Nação” com dinheiro público… compra o povo com migalhas…um Judiciário que Decide… MAS NÃO É RESPEITADO.
- Filhos por criar, empresas por administrar, crianças por ensinar, votos obrigatórios para referendar este Sistema. Um congresso CARO, uma parcela SUBMISSA, CORRUPTA, INFIÉL sem VALORES… sem PATRIOTISMO.
- Eu, Luiz Antonio Iurkiewiecz, filho de Sebastião Iurkiewiecz e Érica Stein, Brasileiro, declaro GUERRA a este Sistema e aos MERCENÁRIOS do Parlamento e JURO, por DEUS, pela FAMÍLIA e pela BANDEIRA que lutarei até a MORTE, para erradicar essa vergonha do seio da PÁTRIA. Os MERCENÁRIOS precisam de LIMITES.
- Darei minha vida pelo movimento … MUDA BRASIL.
- Organizarei o Movimento pela convocação da Assembléia Nacional Constituinte.
- Organizarei as Brigadas de Pressão aos Parlamentares.
- Organizarei a Ordem dos Cavaleiros da Bandeira.
- Quero ser um Constituinte.
- Quero um congresso compatível com a riqueza de meu povo.
- Quero as Forças Armadas Soberanas e Bem Equipadas “Si vis pacem para bellum”1
Brasil, 27 de Fevereiro de 2008.
1 Locução latina que quer dizer: “Se queres a paz, prepara-te para a guerra”. Foi escrita pelo autor romano Publius Flavius Vegetius Renatus. A locução é uma de muitas provenientes do seu livro “Epitoma rei Militaris”, que foi provavelmente escrito no ano 390 D.C.
⚔️ Reflexão do Juramento
“Não tomarás o nome de Deus em vão.”
(Êxodo 20:7)
Jurei por Deus e pela Família que lutaria até a morte contra os mercenários — não por sede de vingança, mas por amor à verdade.
Porque mercenário não é apenas o que vende armas, mas também o que vende consciências.
A eles não se deve ódio, mas juízo; não se oferece o punhal, mas a luz que desnuda suas trevas.
O nome de Deus não foi tomado em vão — foi tomado em sacrifício.
Porque jurar em nome do Altíssimo é aceitar o peso da coerência:
agir com justiça mesmo quando o coração clama por guerra,
defender o inocente mesmo quando a multidão exige sangue,
e sustentar a palavra mesmo quando o mundo inteiro se curva à mentira.
O juramento não é uma espada apontada — é um espelho voltado para dentro.
Quem o profere sem pureza se condena;
quem o profere com fé, se purifica.
Eis o mistério: o nome de Deus não deve ser usado como escudo da ira,
mas como lâmpada na travessia.
Lutar em nome de Deus é lutar com Deus dentro, não Deus à frente.
Por isso o juramento sagrado é tríplice:
Pela Verdade que não se vende.
Pela Justiça que não se dobra.
Pela Família que não se corrompe.
Assim, o nome de Deus não foi profanado — foi invocado para restaurar a Ordem.
E o guerreiro que o pronuncia em sinceridade não toma o nome em vão,
mas o devolve ao seu verdadeiro propósito:
ser verbo de libertação.
